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Meu Senhor e Meu DEUS ...

Meu Senhor e Meu DEUS ...
Um jovem que trabalhava no exército era humilhado por ser cristão. Um dia seu superior querendo humilhá-lo na frente do pelotão chamou o soldado e disse: Jovem aqui, pegue esta chave, vá até aquele Jipe e estacione ali na frente. O jovem disse: Não sei dirigir. Então disse o superior, peça ajuda a seu Deus. Mostre que Ele existe. O soldado pegou a chave e começou a orar, depois ligou o veículo, manobrou e estacionou perfeitamente. Ao sair do Jipe o soldado viu todos de joelhos, chorando e dizendo: Nós queremos teu Deus. O jovem soldado espantado, perguntou o que estava acontecendo. O superior chorando abriu o capô do Jipe e mostrou para o jovem que o carro estava sem motor. O jovem então disse: Estão vendo? Esse é o Deus que sirvo. O Deus do impossível. O Deus que traz a existência aquilo que não existe! então clame por ele , adora a ele , DEUS te amo ♥

Calça rasgada – Ilustração


Duas esposas de pastor estavam sentadas, uma ao lado da outra, remendando as calças de seus maridos. Uma delas falou à amiga: – Pobre do João, ele está muito desencorajado no trabalho da igreja. Há alguns dias ele falou até em renunciar e entregar seu cargo. Parece que nada vai bem e tudo dá errado para ele. A outra respondeu: – Lamento por vocês. O meu marido tem dito exatamente o contrário. Tem sentido cada dia mais intimidade com Deus, como nunca havia experimentado antes. Um pesado silêncio atingiu aquelas duas mulheres, que continuaram com os remendos, sem trocar mais nenhuma palavra. Uma delas estava remendando os joelhos da calça de seu marido e a outra, a parte traseira.

O grande Advento / a volta prá Casa.....

O grande Advento / a volta prá Casa.....

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

O Diabo Engana Nossos 5 Sentidos....

Uma das estrategias do diabo é enganar nossos 5 sentidos, o diabo usa uma sutileza muito grande para nos enganar… Houve um tempo na minha vida em que estive sentado diante de uma mesa farta, um verdadeiro banquete! O deleite já começava pelos olhos… o que eles contemplavam era algo lindo: uma mesa magnificamente adornada, taças de cristal com bordas e bases de ouro, bandejas de prata, louças das mais finas, arranjos florais belíssimos! Ao estender as mãos sentia na pele a maciez da toalha de seda. Logo o jantar estaria servido, um sublime aroma subia pelos ares invadindo minhas narinas. O aroma prenunciava o restante… era difícil conter a expectativa, a vontade quase incontrolável de saborear o quanto antes aquelas iguarias exóticas, bem preparadas, de sabor certamente tão inigualável quanto o seu cheiro!https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi08bznG8V_djt600hNXmCVDSrLuluydb7LXLk-h4hkqff5-L4pPfNDOfet1VkSUidppORSG35-8WA5pv0-68ocR1TVcOhXoIeZ9bgFWqUqEDTcrzpFy8pWzR7LZ2MoRl_JST-AsmGoeKxx/s400/
A única coisa capaz de conter a ansiedade era reclinar-me nas confortáveis poltronas que circundavam a grande mesa, revestidas de veludo vermelho. E escutar… ao fundo… uma melodia agradável… suave… que me fazia experimentar uma tranqüilidade na alma, uma sensação de acolhimento, e me punha viajando nos seus acordes diferentes, inumanos. Enfim, o jantar! Quando provei a primeira iguaria senti um sabor nunca antes experimentado!… Eu gostaria de continuar vivendo apenas para estar ali, naquele lugar, provando daquelas coisas.
http://estudos.gospelmais.com.br/files/2013/05/
Porém… muito tempo depois… soube que aquele banquete estava envenenado… nada visível aos olhos, muito menos detectável por qualquer sentido humano. Mas lentamente me matava, com veneno letal, fazendo-me sofrer cada dia mais… vagarosamente roubava a vida… sugava-a inexoravelmente… e com muita dor. Tudo aquilo pelo que vivi não me trouxe vida, mas morte. Isso é o que o inimigo das nossas almas faz. Engana nossos sentidos. Nos faz crer que desfrutamos o melhor… quando na verdade estamos sendo contaminados por um veneno malévolo que nos levará à Morte Eterna.

Na chegada aos Estados Unidos, pastor Saeed Abedini é recebido por seus pais e Franklin Graham.

O pastor Saeed Abedini já está nos Estados Unidos, após ter sido liberto da prisão no Irã, onde era mantido desde 2012. Antes de voltar à América, ele passou por um período de transição na Alemanha, enquanto questões burocráticas eram resolvidas e ele passava por exames em um hospital militar norte-americano. Vestindo tênis e uma jaqueta preta, Abedini desembarcou de um jato particular no estado da Carolina do Norte, e foi recebido por seus pais e sua irmã. O pastor Franklin Graham, presidente da Associação Evangelística Billy Graham e da ONG Samaritan’s Purse, também foi recebê-lo.http://i2.wp.com/noticias.gospelmais.com.br/files/2016/01/
De acordo com a mídia norte-americana, Abedini está passando alguns dias com seus pais e familiares antes de se encontrar com sua esposa, Naghmeh, e seus filhos. Na última semana, ela publicou no Facebook um agradecimento pelas orações ao longo do ano pedindo a Deus a libertação de Saeed Abedini, e confirmou que seu casamento precisará de um longo período de cura e aconselhamento. “Por favor, orem por nós, pois passaremos semanas ou possivelmente meses de cura como uma família e passando por aconselhamento”, escreveu Naghmeh.
http://noticias.gospelmais.com.br/files/2015/05/
Em novembro de 2015, após anos lutando pela liberdade do marido, Naghmeh revelou que seu casamento com Saeed Abedini vinha atravessando um grave momento de crise pouco antes dele ser preso, em 2012. Na ocasião, ela afirmou que o pastor estava viciado em pornografia e que as brigas entre eles eram constantes. Nessa fase de readaptação após o período na cadeia, o pastor iranianoamericano vai passar um tempo no Centro de Treinamento Billy Graham, conhecido como The Cove, uma espécie de retiro para os pastores na região de Blue Ridge Mountains, em Asheville. “Nenhum de nós na América tem noção ou compreensão do que Saeed sofreu após ser preso no Irã por causa de sua fé cristã”, afirmou o pastor Franklin Graham. “Queremos oferecer-lhe um lugar tranquilo para descansar e visitar com a família”, acrescentou.

Após dizer que daria surra em Jesus, lutador afirma ser um deus e provoca adversário cristão.

Conor McGregor, campeão do peso-pena do Ultimate Fighting Championship (UFC), afirmou ser um deus do MMA e que, por isso, ele havia se entendido com Jesus Cristo. No início de dezembro do ano passado, o lutador havia dito que se fosse posto em um octógono com Jesus Cristo, daria uma surra no Filho de Deus. A declaração foi tratada como blasfêmia por diversas publicações cristãs ao redor do mundo, e com certo alarde pela mídia esportiva.http://s.glbimg.com/es/ge/f/original/2015/01/17/
Agora, durante uma entrevista coletiva para a promoção do UFC 197, que acontece no dia 5 de março, em Las Vegas (EUA), McGregor voltou a falar sobre o assunto, e dessa vez, referiu-se a si mesmo como uma divindade, segundo informações do Site Facthus e Photos. A polêmica foi reacendida quando um dos jornalistas questionou seu adversário, o brasileiro Rafael dos Anjos, que é cristão, sobre a declaração de McGregor sobre Jesus.José Aldo encara Conor McGregor no UFC 194 (FOTO: Getty Images)
Na resposta, Dos Anjos – como o lutador é conhecido nos Estados Unidos – disse que ensinaria a McGregor a respeitar a fé alheia: “Acho que, quando um cara diz algo assim, não respeita ninguém. Sou uma ferramenta nas mãos de Deus. Ele vai ver o que uma única ferramenta de Deus é capaz de fazer”, declarou Dos Anjos, que é campeão do UFC na categoria peso-leve. Afoito, McGregor voltou a provocar Dos Anjos: “Eu e Jesus estamos bem. Estou bem com todos os deuses. Deuses reconhecem outros deuses”, zombou.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Esperar em Deus – No tempo oportuno.

”Porque a visão é ainda para o tempo determinado, mas se apressa para o fim, e não enganará; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará. ” (Hc 2:3).Em muitas passagens do salmos 42 vemos muitas emoções em conflito. Emoções como tristeza,alegria, incredulidade e incerteza permeiam neste salmo. No começo deste salmo a confiança em deus conflitua com a dúvida da incerteza do futuro. (Sl 42:3;6;8) Aquele que espera em Deus deve entender o tempo de Deus em sua vida. E o tempo de Deus não pode ser medido, como o nosso tempo. Na linguagem grega este tempo se chama KAIROS, que para os cristãos é o tempo da plenitude de Deus.
Salomão disse no livro de eclesiastes que há um tempo para tudo e um tempo para todo propósito debaixo do céu (Ec 3:1 ).Muitas pessoas não tem paciência em esperar esse tempo. Muitas pessaos não tem paciência em esperar em deus, por isso se precipitam em suas ações. Diz a palavra de Deus que peca quem é precipitado (Pv 19:2). É normal que haja conflito em nossas emoções quando estamos debilitados na nossa alma, e que a precipitação queira tomar conta de nossa vida. Muitas vezes o nosso EU diz: “Faça Hoje!”, mas o Senhor quer também nos dizer: “espere no tempo certo”.
Talvez muitas vidas tivessem outro destino. Podemos citar o caso da precipitação de Abraão com Agar.(Gn cap 16 e 21). O que seria do destino da nação israelita se tivessem esperado o tempo oportuno de Deus e reconhecido Jesus como Messias? Aliás escrevi isso num outro artigo que se chama: Precpitação Quando a paciência perde lugar para a ansiedade o que podemos ver que é um resultado contrário ao propósito e as promessas de Deus em nossa vida. Uma atitude precipitada muitas vezes impede que as bençãos do Senhor venham em nossa vida.
Muitas pessoas por não querer esperar o tempo de Deus acabam tomando decisões precipitadas em várias áreas de sua vida. Vemos isso em relacionamentos, em trabalhos e no serviço da própria igreja do Senhor. Creio que hoje, se muitas pessoas tivessem uma outra chance e uma nova oportunidade de refletir, gostariam de voltar atrás em muitas de sua decisões. Acredito que muitos prefeririam “esperar em Deus no Seu tempo”. O profeta Jeremias também passou por sofrimento e vivendo um conflito de emoções em sua vida dá uma dica para aqueles que querem esperar em Deus, mesmo em meio as aflições: Diz a palavra de Deus: Minha alma continua os recorda e se abate dentro de mim. Mas quero trazer a memória, o que me pode dar esperança (Lm 3:21) Traga a sua memória o que pode lhe trazer esperança ! Pois uma pessoa cheia de esperança pode superar quase tudo ! Pense nas coisas do Alto (Cl 3:2)
Enquanto olharmos para a situação, nunca alcançaremos a salvação que vem do Senhor. Trazer a memória é fazer voltar o coração ao tempo das boas lembranças. É recordar dos bons momentos, até porque a nossa vida não se resume em aflições, mas de momentos de felicidade e alegria. É olhar para frente e não para trás. É saber que o melhor de Deus ainda está por vir. É saber que o Senhor é bom e sua misericórdias não tem fim, elas se renovam a cada manhã. Não olhando para a “terra arrasada e assolada”, mas olhando com os olhos da fé, como Abraão. Devemos olhar pela fé a nossa vida construída e alicersada em Deus. Devemos olhar para o alto, para o autor e consumador de nossa fé, JESUS, para que possamos enxergar e esperar um futuro com confiança em Deus, pois só Ele é capaz de fazer infinitamente mais do que pedimos ou pensamos (Ef 3:20).

“A voz de choro não será mais ouvida.” (Isaías 65.19)


O glorificado já não chora mais, porque todas as causas externas de dores sumiram. Não há mais amizades rompidas, nem perspectivas arruinadas no céu. Pobreza, fome, perigo, perseguição e calúnia, são desconhecidos lá. Nenhum sofrimento de dor, nenhum pensamento de morte ou tristeza por luto. Eles não choram mais, porque estão perfeitamente santificados. Nenhum “coração perverso de incredulidade” os leva a se afastar do Deus vivo; porque são irrepreensíveis diante do seu trono, e estão totalmente conformados à Sua imagem.Eles podem deixar de lamentar porque deixaram de pecar. Eles não choram mais, pois todo o medo de mudança é passado. Eles sabem que estão eternamente seguros. O pecado foi expulso para sempre, e eles estão seguramente guardados. Eles habitam numa cidade que jamais será invadida, eles desfrutarão um sol que jamais se põe, porque bebem de um rio que nunca secará, e colhem o fruto de uma árvore que jamais murchará.Incontáveis ciclos podem girar, mas a eternidade não se esgota, e enquanto dura a eternidade, sua imortalidade e bem-aventurança deve coexistir com isto. Eles estão para sempre com o Senhor. Eles não choram mais, porque todo desejo é cumprido. Eles não podem desejar qualquer coisa que eles já não tenham em sua posse. Olhos e ouvidos, corações e mãos, julgamentos, imaginações, esperanças, desejos, vontades, todas as faculdades, estão completamente satisfeitas; e embora sejam imperfeitas nossas ideias presentes sobre as coisas que Deus preparou para os que o amam, todavia conhecemos o suficiente, pela revelação do Espírito Santo, que os santos na glória celestial são extremamente abençoados.

Os Três Ofícios de Cristo.

Primeiro de tudo, ele é um profeta. Quando ele foi batizado o Espírito foi posto nele, como se vê em Isaías 61.1, para proclamar libertação aos cativos. Primeiro, ele pregou que foi por isso que ele veio ao mundo, porque Deus o enviou, e revelou ao mundo o estado em que se encontrava, e quando ele havia pregado como um profeta, então, como um sacerdote, ele morreu, e se ofereceu como sacrifício. Após a sua morte o seu ofício de rei ficou mais evidente. porque ele se levantou outra vez como um rei triunfante sobre a morte e sobre todos os nossos inimigos, e subiu em sua triunfante carruagem para o céu, e lá ele se encontra gloriosamente como um rei em seu trono à mão direita de Deus. Assim, embora tivesse sido batizado, e antes, quando ele foi santificado no ventre de sua mãe, ele era ao mesmo tempo rei, sacerdote e profeta, mas no que diz respeito à ordem de manifestação, ele se manifestou primeiro como um profeta, em segundo lugar, como um sacerdote, e em terceiro lugar, como um rei.
Porque seu ofício real foi visto raramente na ocasião da sua humilhação; às vezes ele fazia milagres para mostrar que ele era governador e comandante da terra, mar, demônios, e tudo o mais, mas a gloriosa manifestação de seu ofício real, foi depois de sua ressurreição. Agora, o fundamental, o ofício principal para o qual ele foi ungido pelo Espírito, do qual os demais dependiam, foi o seu ofício sacerdotal; porque importava que deveria sofrer por nós para o benefício que temos da nossa reconciliação com Deus, pelo seu sacrifício, da libertação da ira de Deus, e direito à vida eterna, por sua obediência para a maldita morte de cruz. E como ele veio para ser um rei para reinar sobre nós por seu Espírito Santo, e ter um direito sobre nós, então, como um sacerdote, ele morreu por nós em primeiro lugar; ele nos lavou com o seu sangue, ele nos purificou com o seu sangue, e nos fez reis e sacerdotes para Deus.
Todos os outros benefícios vieram desta purificação de nossas almas em seu sangue, em primeiro lugar. Tudo o que temos de Deus, é especialmente a partir da grande obra de Cristo como sacerdote humilhando a si mesmo, e morrendo por nós, e após isso ele vem a ser um profeta e um rei. Assim, vemos a ordem dos ofícios de Cristo, como eles vêm a ser benéficos para nós. Note este propósito: o ofício sacerdotal de Cristo, seu sacrifício por nós inclui dois ramos. Um sacerdote deve oferecer sacrifícios e orar pelo seu povo. Nosso Salvador fez ambos nos dias de sua humilhação: em sua oração sacerdotal em João 17, ele, como sacerdote, se ofereceu a Deus como sacrifício, antes de morrer, e agora ele está no céu intercedendo por nós. Deus ungiu a Cristo para ser profeta, sacerdote e rei, para tirar os males aos quais estamos sujeitos, de modo que temos uma oferta para tudo o que possa de qualquer maneira nos humilhar e nos lançar para baixo, na todo-suficiência que está em Cristo Jesus, que foi ungido com o Espírito para este fim.

Crer no que não se vê....

“Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem”.(Hebreus 11:1)
Sabemos a direção da brisa pelo balançar das folhas de uma árvore. O caminho do vento é oculto à nossa visão. Não podemos vê-lo, mas o sentimos. Da mesma forma, Deus está agindo continuamente em favor de seus filhos, mas nem sempre de forma visível. Por isso, mesmo que seus olhos não vejam, creia, porque o Senhor está operando. Crer no que não se vê é um exercício de fé. O homem tem problemas para aceitar essa simplicidade. A idolatria comprova a tese: todas as culturas, nos mais diversos períodos da história, têm conhecido a fabricação de ídolos. 
É uma tentativa de materializar o intangível, o invisível. As pessoas acham mais fácil crer no que podem enxergar, mesmo sendo madeira ou gesso. Mas Deus se relaciona conosco por fé, ao confiarmos no que não vemos. Jesus elogiou não aquele que acredita somente no que pode ver, mas o que não viu e creu. Ele disse a Tomé: “Porque me viste, creste? Bem-aventurados os que não viram e creram” (João 20:29). Até os ateus acreditam naquilo que podem enxergar. Se nós, enquanto cristãos, somente acreditarmos no que vemos, não seremos em nada diferentes dos ateus e idólatras. Abraão, por exemplo, não viu o que Deus havia prometido a ele, mas acreditou. Por sua fé, foi recompensado com uma visão espiritual da vinda futura do Messias. Jesus deixou isso claro quando disse:
 “Abraão, vosso pai, alegrou-se por ver o meu dia, viu-o e regozijou-se” (João 8:56). Pela fé, ele contemplou coisas que ainda estavam por vir, e ficou contente com a majestosa revelação que recebeu do Senhor. Argumentar por não ter evidências visíveis é cair no mesmo erro dos idólatras. Saiba que a mente de Deus é insondável, sua esfera de ação é ilimitada e habita num plano superior. Exigir que o Senhor opere de uma forma que entendamos é limitar e rebaixar seu infinito poder. Ele tem todo o poder, e sabe o que está fazendo. Creia.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Tudo coopera para o bem....

Coisa irritante é a linguagem dos clichês: expressões repetidas à exaustão que se tornam verdade, não pela sabedoria que encerram, mas pela insistência do uso. “A voz do povo é a voz de Deus”, “Deus escreve certo por linhas tortas”, “Deus ajuda quem madruga”, “Quando Deus fecha uma porta, é porque vai abrir outra melhor”, são algumas expressões da cultura popular tratadas como verdade e, para alguns, verdade bíblica.
Pior é quando as expressões bíblicas são pronunciadas literalmente, sem a devida atenção ao significado por trás das palavras. Isso acontece quando as pessoas “tiram o texto do contexto”, isto é, isolam uma afirmação e a interpretam segundo sua conveniência, deixando de levar em consideração o que o autor pretendia. “Jesus Cristo é o Senhor”, por exemplo, pode tanto significar que “não há nada que Ele não possa fazer por você” quanto “você deve fazer tudo por Ele”. Evidentemente, o segundo significado é o bíblico: Jesus é o Senhor para que ao nome dele se dobre todo joelho.
Uma das expressões bíblicas mais repetidas fora do contexto é a famosa frase “todas as coisas cooperam para o bem” (Romanos 8.28). Lembro do professor da escola bíblica que interpretou este texto bíblico contando a história do crente que teve seu carro roubado e abandonado sem gasolina no alto da serra justamente no dia em que sua cidade foi alagada. Isto é, se o carro não tivesse sido roubado (coisa ruim) não seria poupado do alagamento (coisa boa). Conclusão: todas as coisas (roubo do carro) cooperam para o bem (ter o carro em terra seca numa cidade onde todos os carros estão boiando). As notas de rodapé da Bíblia NVI (Nova Versão Internacional), oferecem outra possibilidade de tradução do texto. Em vez de “tudo coopera para o bem” e mesmo “Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam”, a melhor opção é “Deus coopera juntamente com aqueles que o amam, para trazer à existência o que é bom”.
Na primeira tradução (Deus age em todas as coisas), Deus é um solucionador de problemas; na segunda (Deus coopera juntamente com aqueles), um solucionador de pessoas. Na primeira, Deus faz coisas para as pessoas; na segunda, Deus faz coisas com as pessoas. Na primeira, Deus abençoa pessoas independentemente da ação das pessoas; na segunda, Deus abençoa pessoas num relacionamento com ele. Na primeira, Deus faz coisas pelas pessoas; na segunda, Deus capacita as pessoas a fazer coisas. Na primeira, ficamos à espera dos sinais de Jesus; na segunda, agimos com ousadia para fazer sinais em seu nome, pois aquele que crê em mim, disse Jesus (João 14.12), “fará também as obras que tenho realizado e coisas ainda maiores”.

Eu sou a tua Salvação !!!

Dize à minha alma: Eu sou a tua salvação. (Salmos 35.3)
Porém, primeiramente ela deve instruir-me. Davi teve as suas dúvidas. Por que ele haveria de orar: “Dize à minha alma: Eu sou a tua salvação”, se não estava experimentando dúvidas e temores?Preciso sentir-me encorajado, porque eu não sou o único crente que se queixa de falta de fé. Se Davi teve dúvidas, não preciso chegar à conclusão de que não sou crente, visto que também tenho dúvidas. Davi não ficou contente enquanto teve dúvidas e temores. Em vez disso, ele se dirigiu imediatamente ao trono de misericórdia para suplicar a segurança que ele valorizava mais do que o ouro. Eu também preciso buscar um senso permanente de minha aceitação no Amado. Não tenho qualquer alegria quando o amor de Cristo não está transbordando em minha alma. Davi sabia onde poderia obter segurança completa. Ele se dirigiu ao seu Deus através da oração, clamando: “Dize à minha alma: Eu sou 
a tua salvação”. Tenho de permanecer sozinho com Deus, se desejo ter um senso evidente do amor de Jesus. Se minhas orações cessarem, meus olhos da fé se tornarão obscuros. Davi não ficaria satisfeito enquanto a sua segurança não tivesse uma origem divina. “Dize à minha alma.” Nada menos do que um testemunho divino na alma satisfará o verdadeiro crente. Além disso, Davi não poderia descansar, a menos que sua segurança tivesse uma personalidade vívida ao seu redor. “Dize à minha alma: Eu sou a tua salvação.” Senhor, ainda que tenhas dito isto para todos os crentes, estas palavras não significam nada, a menos que as digas para mim. Senhor, eu tenho pecado. Nem mesmo ouso pedir-Te, mas dize à minha alma: “Eu sou a tua salvação”. Faze-me possuir um indiscutível, infalível e pessoal senso de que eu sou teu e de que tu és meu.

Tudo é Possível ao que Crê.

Tudo é possível ao que crê. (Marcos 9.23)
Muitos crentes estão sempre cheios de temores e dúvidas, pensando infelizmente que este é o estado normal dos crentes. Isto é um engano. É possível para nós fazermos com que dúvidas e temores se tornem como pássaros que voam sobre nossa alma e nunca se demoram ali. Quando você lê a respeito da sublime e agradável comunhão desfrutada pelos crentes, você suspira e murmura: “Infelizmente estas coisas não são para mim”. Se você apenas crê, permanecerá sobre o ensolarado pináculo do templo. Você ouve falar sobre as proezas que homens santos fizeram por Jesus; sobre o que eles desfrutaram da parte dEle; o quanto se assemelharam ao Senhor Jesus e como tais homens foram capazes de sofrer por amor a ele. Você afirma: “Ah! Quanto a mim, sou apenas um verme; não posso conseguir 
tais feitos”. Mas não existe nada que um crente tenha sido que você não possa ser. Não existe nenhuma exaltação da graça, nenhum nível de espiritualidade, nenhuma clareza de segurança, nenhuma posição de dever que não lhe estejam disponíveis, se você tem a capacidade de crer. Ponha de lado as suas cinzas e seu pano de saco, erguendo-se à dignidade de sua verdadeira posição. Você é pequeno no reino de Deus, porque deseja que assim seja, e não porque existe necessidade de que assim seja. Ascenda! O trono de ouro da segurança está esperando por você. A coroa da comunhão com Jesus está pronta para ser colocada em sua cabeça. Vista-se de escarlate e de linho fino, banqueteando-se todos os dias. Se você crê, pode comer a gordura da terra. Sua terra manará leite e mel. Sua alma ficará satisfeita com tutano e gordura. Colha os feixes dourados da graça, pois eles o esperam nos campos da fé. “Tudo é possível ao que crê.”

Uma triplice restauracao ....

Como você se sentiria se tivesse traído a confiança de seu melhor amigo e, em troca, recebesse dele só amor e consideração? Depois de Pedro estar alimentado e aquecido, Jesus decide aquecer também seu coração. O arrependimento de Pedro havia sido sincero, porém reservado. Jesus quer agora restaurá-lo publicamente. No original grego são utilizadas duas palavras diferentes aqui — ágape e filéo — traduzidas em nossas Bíblias pelo genérico verbo “amar”. Mas a diferença é significativa, por isso vou transcrever a passagem com o sentido original:
“Depois de comerem, Jesus perguntou a Simão Pedro: ‘Simão, filho de Jonas, você me ama mais do que estes?’ Disse ele: ‘Sim, Senhor, tu sabes que tenho afeição por ti’. Disse Jesus: ‘Alimente meus cordeiros’. Pela segunda vez Jesus disse: ‘Simão, filho de Jonas, você me ama?’ Ele respondeu: ‘Sim, Senhor tu sabes que tenho afeição por ti’. Disse Jesus: ‘Pastoreie as minhas ovelhas’. Pela terceira vez, ele lhe disse: ‘Simão, filho de Jonas, você tem afeição por mim?’ Pedro ficou magoado por Jesus lhe ter perguntado pela terceira vez ‘Você tem afeição por mim?’ e lhe disse: ‘Senhor, tu sabes todas as coisas e sabes que tenho afeição por ti’. Disse-lhe Jesus: ‘Alimente minhas ovelhas'” (Jo 21:15-17).
Antes de negar Jesus por três vezes, Pedro quis parecer mais fiel que os outros discípulos ao afirmar que estava pronto a morrer por ele. Confiança própria é fruto da carne, portanto veja se você não é desses que gostam de se gabar, fazendo alarde de sua fé e perseverança. A autoconfiança nas coisas de Deus costuma esconder o sepulcro caiado da hipocrisia dos fariseus.
Para tratar dessa autoconfiança de Pedro Jesus pergunta se ele o ama mais que os outros discípulos. Jesus sabe que era isso que havia no coração de Pedro, ao afirmar que estava disposto a morrer por Jesus, antes de negá-lo três vezes. Pedro se achava “O Cara”. Mas aqui Pedro não responde usando o amor “ágape”, o amor puro e desinteressado, mas o amor “filéo” da afeição fraternal. Agora ele aprendeu a não confiar em si mesmo. Na terceira vez é Jesus quem pergunta usando “filéo”, e não “ágape”: “Simão… você tem afeição por mim?”. Então Pedro reconhece a divindade e onisciência de Jesus: “Senhor, tu sabes todas as coisas”.
Pedro passa no teste e Jesus o trata com graça. Na restauração de Pedro é usada a mesma graça que cancela a pena no lago de fogo que o pecador merece, para lhe dar um lugar na glória que ele não merece. O Deus da Bíblia é um Deus de perdão e restauração para quem crê em Jesus. Pedro, que três vezes negou conhecer Jesus, deixa de receber o que merece — uma tripla reprovação — para receber o que não merece — uma tripla incumbência de cuidar dos cordeiros e ovelhas do rebanho.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

O Deus da segunda chance.

Lucas – 22 – 34 : 35 / Ler ainda João 21:15-17
Quando observamos nos evangelhos a relação que Pedro tinha com Jesus, é perceptível ver que era diferente da relação entre os outros apóstolos. Pedro foi o primeiro que teve a Revelação do Messias, foi o único que andou sobre as águas, ele era o líder do grupo, e foi o que disse que só Jesus tinha as palavras de vida eterna.
1. O QUE DIRIAM SOBRE A NEGAÇÃO DE PEDRO?
O que você diria sobre a negação de Pedro, que ele não amava Jesus de verdade senão nunca teria feito o que fez? Ele era egoísta demais, para pensar em Jesus? Todos nós temos um pensamento formado sobre alguma coisa, mas na maioria das vezes nunca é o correto, Pedro pode ter tido vários motivos para ter tido tal atitude, mas nenhum deles superam a atitude que Jesus teve com Pedro.
2. POR QUE PEDRO AGIU ASSIM?
Porque Pedro foi um homem auto-suficiente: (Mt: 26:31-35)
Porque Pedro foi alguém que queria vencer na força da carne: (Mt. 26: 47-51)
Porque Pedro foi alguém que seguiu a Jesus de longe: (Mt. 26:57-58)
Veja a queda de Pedro, foi um processo que temos que tomar cuidado, pois todos nós estamos sujeitos a negar a Jesus. Pedro confiou demais em si mesmo, ele tentou fazer as coisas na força do seu braço, ele passou a seguir Jesus de longe e por último ele negou Jesus três vezes.
3. COMO PEDRO DEVE TER FICADO APÓS A NEGAÇÃO?
Como você acha que Pedro ficou depois da negação? Ele não tinha perspectiva para o futuro, estava com vergonha dele mesmo por ter sido tão covarde. As palavras de Jesus em (Lc. 12:9), não saiam de sua mente, e ele com certeza achou que não tinha mais jeito, que Jesus não iria confessá-lo diante de Deus. Pedro estava perdido, a única escolha que lhe restava era viver com o pecado e as acusações que não saiam de sua mente. Até o galo que era amigo de Pedro passou a ser um tormento em sua vida, todas as vezes que Pedro ouvia o galo cantar, era como se ele ouvisse as seguintes palavras: Você negou quem tanto te amou. Imagine começar o dia assim…
4. COMO O SENHOR LIDOU COM PEDRO?
Em (Mc. 16:7), Jesus pede para os discípulos e Pedro ir para Galiléia, nesse texto podemos observar o coração de Jesus, mesmo depois da negação de Pedro o Senhor não o abandonou, não desistiu dele. O Senhor foi bom e misericordioso com Pedro. Embora Pedro não tivesse forças para ir até o encontro de Jesus depois de ter ouvido as palavras “e a Pedro”, ele se levantou e foi ver Jesus.O Senhor restaurou a Pedro com apenas três perguntas “Tu Me Amas” e a cada resposta vergonhosa de Pedro o Senhor o curava de toda culpa e vergonha. O Senhor envia Pedro para pastorear as ovelhas e cuidar de um povo que era igual a ele. O Senhor provou o amor de Pedro e disse: “Agora vem e segue –me”
Conclusão
Talvez você possa estar pensando “eu nunca neguei e nem vou negar a Jesus”. Mas será que o Senhor pode confiar realmente nisso? Às vezes nós negamos Jesus sim, quando não falamos Dele para as pessoas, quando não procuramos fazer a vontade Dele, quando damos mais valor a coisas materiais do que na pessoa de Jesus, às vezes o dinheiro está na frente de Jesus, quando abrimos mão dos cultos para ficar assistindo televisão, ou algo mais grave quando negamos nossa fé com práticas que a bíblia condena, e existe algo mais grave ainda: É quando nos perguntam se somos crentes e nós negamos. E ainda existem outras maneiras de negarmos a Jesus, quando não falamos do amor dele por nós, quando não tomamos posição em relação à festinhas, roupas indecentes ou lugares impróprios, rir das injustiças feitas com os servos de Deus, esconder a bíblia das pessoas com vergonha de dizer que servimos a Deus, e zombar das pessoas que passam por perto com a bíblia da mão. Isso com certeza entristece o coração de Deus. Mas ainda é tempo de se arrepender, e como o Senhor fez com Pedro, Ele fará com você também. Não podemos acusar ninguém, mas pelo contrário, devemos deixar que Jesus venha a nós para nos restaurar.

Santidade do sexo ....

Referência: I CORÍNTIOS 7.3-5
INIMIGOS DA SANTIDADE DO SEXO
1. Traumas de infância = abuso sexual
2. Orientação distorcida = sexo é sujo ou é só para procriação
3. Sentimento de culpa = pecados do passado
4. Amargura = espinhos no colchão, fuga, Tv, não ir juntos para a cama
5. Distorções doentias = sexo anal, masoquismo, sadismo, fitas pornôs
6. Frigidez – ejaculação precoce – ausência de organismo – freqüência diferente
7. Não se preparar para o sexo = o jogo idílico – sexualidade – toque – palavras.
I. A SEXUALIDADE FORA DOS PADRÕES DE DEUS
1. Por ter se afastado de Deus o homem se corrompeu sexualmente. Há desvios, patologias, aberrações, taras.
2. Sodoma e Gomorra – Gn 19.5
3. Os cananitas se perverteram sexualmente – Culto a baal (prostitutas cultuais) – Oséias
4. A situação dos gregos
4.1. Os grandes personagens da história tinham amantes
4.1.1. Alexandre Magno = Tinha THAIS que depois casou-se com Ptolomeu e tornou-se mãe de reis.
4.1.2. Aristóteles = Tinha a sua HERPÍLIA
4.1.3. Platão = Tinha sua ARQUENESSA
4.1.4. Péricles = Tinha ASPÁSIA que escrevia seus discursos
4.1.5. Sólon = Quando Sólon legalizou a prostituição e abriu prostíbulos do Estado, os lucros eram usados para erigir TEMPLOS aos deuses.
5. A situação dos romanos – A frouxidão moral grega invadiu Roma
5.1. Sêneca = “As mulheres se casam para divorciar e se divorciam para casar. A inocência não é rara, é inexistente.”
5.2. A corte real era devassa como o povo
5.2.1. Messalina = a imperatriz, esposa de Cláudio servia toda noite em um prostíbulo (Juvenal).
5.2.2. Calígula = Vivia em incesto habitual com DRUSILA, sua irmã
5.2.3. Nero = Nem sequer poupou sua mãe AGRIPINA, a quem depois assassinou.
5.2.4. Gibbon = afirmou que dos 15 primeiros imperadores, Cláudio, o traído pela mulher, foi o único imperador não homossexual.
6. A reação do Cristianismo = Paulo enfrentou três dificuldades:
6.1. Não havia forte frente de opinião contra a imoralidade = A imoralidade sexual era vista como algo natural.
6.2. O prevalecimento das idéias gnósticas = o corpo (matéria) é mau e não importa o que você faz com ele. O gnosticismo defendia a imoralidade.
6.3. A prostituição era vinculada com a religião = Os cultos a baal; templo de Afrodite em Corinto; o deus Eros na Grécia – estatuetas indecorosas nos Souveniers.
7. O alerta de Paulo
7.1. Aos Romanos – Rm 1.24-28
7.2. Aos Gregos – I Ts 4.1-8
8. A nova moralidade sexual
8.1. A liberação sexual na década de 60
8.2. A Tv, cinema, teatro, literatura pornográfica
8.3. O sexo no namoro
8.4. Os vídeos – as aberrações sexuais no leito conjugal
II. A SANTIDADE DO SEXO VISTA PELA ÓTICA DE DEUS
1. O sexo foi criado pelo Deus santo – Gn 1.27-28; I Co 12.18 = Tudo que Deus faz é santo. Deus criou as partes do corpo e não criou algumas boas e outras más. O sexo é ordenado antes do pecado. O fruto proibido não é o sexo.
2. O sexo é bom – Gn 1.31
3. O sexo é recomendado por Deus – Gn 2.22-25; 4.1
4. Jesus ratifica a santidade do sexo – Mt 19.5
5. O sexo no casamento é honroso – Hb 13.4 = A palavra grega é “KOITE”= coabitar – “O coito no casamento é honroso e sem mácula.”
6. O sexo no casamento é importante e traz felicidade – Dt 24.5 = um ano de lua de mel
7. O sexo no casamento é para prazer do casal – Pv 5.15-21; Ec 9.9
8. O sexo no casamento requer carícias – Gn 26.8; Ef. 5.29 (I Ts 2.7)
9. O sexo no casamento requer entrega – I Co 7.3-5
III. A SANTIDADE DO SEXO EXPRESSADO NA BELEZA DO AMOR CONJUGAL
1. O amor tem gosto – Ct 1.2 (Sl 104.15) = O amor conjugal deve ser um banquete de alegria e prazer. O amor é delicioso Ct 7.6
2. O amor conjugal precisa ser fiel
2.1. É como fortaleza inexpugnável – Ct 8.10
2.2. É como jardim fechado, fonte selada – Ct 4.12
2.3. O êxtase pleno vem da comunhão – Ct 4.9
3. O amor conjugal precisa ser santo
3.1. Precisa ser puro – Ct 5.2; Ef 5.26
3.2. Precisa ser exclusivo – Ct 6.9; 2.2,3; 5.9,10; Pv 31.29
3.3. Precisa existir pertencimento – entrega – mutualidade – Ct 6.3; 2.16

Evangelização, a hora é agora !!!

A evangelização requer urgência. Precisamos ganhar para Cristo a nossa geração nesta geração. Fracassar nesse quesito é falhar de forma irremediável. A igreja primitiva sem os recursos dos tempos modernos ganhou sua geração para Cristo. O segredo desse sucesso é que cada cristão era um portador de boas novas. A evangelização não era um programa, mas um estilo de vida. A evangelização não era centrípeta, mas centrífuga, ou seja, eles não esperavam que os pecadores viessem a eles; eles iam aos pecadores. Os cristãos não se acomodavam no templo esperando que os pecadores os buscassem; eles iam lá fora onde os pecadores estavam para ganhá-los para Cristo. 
Eles não pescavam na banheira, eles lançavam suas redes onde havia abundantes cardumes. Não podemos limitar o evangelismo aos cultos especiais que realizamos no templo. Muitos jamais entrarão no templo. Precisamos ir a eles, onde eles estão, nos logradouros, nas praças, nas universidades, nas escolas, nos escritórios, nos clubes, nos estádios, nas praias, nos hospitais. Jesus nos ordena a ir por todo o mundo e pregar o evangelho a toda criatura. O propósito de Deus é o evangelho todo, por toda a igreja, a cada criatura, em todo o mundo. Não cumpriremos essa agenda sem a mobilização de todos os crentes. Não alcançaremos vitória nessa empreitada sem usarmos todos os meios legítimos e todos os recursos disponíveis.
A igreja contemporânea está notoriamente acomodada. Hoje quase não saímos das quatro paredes. Estamos confortavelmente instalados em nossos templos. Reunimo-nos para edificarmo-nos a nós mesmos. Realizamos conferências para equiparmo-nos a nós mesmos. Frequentamos congressos para engordarmo-nos a nós mesmos. Lemos livros e mais livros para enriquecermo-nos a nós mesmos. Parece que quanto mais conhecimento adquirimos menos nos comprometemos com a causa do evangelho. Temos uma larga visão do mundo, mas não enxergamos mais aqueles que perecem à nossa porta. Não buscamos mais a centésima ovelha perdida. Estamos satisfeitos com as noventa e nove que estão no aprisco. Não acendemos mais a candeia para procurar a moeda perdida. Estamos gastando todo o nosso tempo lustrando as moedas que temos. Não esperamos mais a volta do pródigo que se foi. Estamos contentes com o filho que ficou. Precisamos imitar a Jesus, que veio buscar e salvar o perdido. Jesus entrou nos lares, nas sinagogas, no templo. 
Ele ensinou na praia e nos montes. Ele percorreu as estradas e andou por toda a parte. A religião cristã era a religião do caminho, do movimento, da ação. Precisamos, à semelhança de Jesus, ir lá fora, onde os pecadores estão. Eles estão desorientados como ovelhas sem pastor. As multidões estão exaustas e aflitas precisando de direção. O evangelho é a única resposta para o homem. Esse tesouro está em nossas mãos. Deus no-lo confiou. Não podemos retê-lo. Precisamos reparti-lo. O tempo urge. A hora é agora!
Precisamos gastar as solas dos nossos sapatos mais do que os assentos dos nossos bancos. Precisamos testemunhar tanto publicamente como também de casa em casa. Precisamos falar para grandes auditórios e também para pequenos grupos. A família, a escola e o trabalho devem ser nossos campos missionários. Onde houver uma vida sem Cristo, ali deveremos estar com a mensagem da salvação, pois a evangelização é uma missão imperativa, intransferível e impostergável.

Rabinos exigem que cristãos sejam expulsos de Israel.

O aumento do extremismo religioso tem causado diversos tipos de reação em todo o globo. Embora a maioria das notícias de mortes e atentados esteja relacionada com o islamismo, existe uma radicalização entre os judeus. “Não há lugar para o Natal na Terra Santa, expulsemos os vampiros antes que eles se saciem uma vez mais com o nosso sangue”, foram as declarações do rabino Benzi Gopstein, no final do ano passado. Segundo ele, que é líder do movimento Lehava, os judeus precisam se “proteger” tanto de muçulmanos quanto de cristãos, pois ambos tem sido “inimigos mortais” do judaísmo durante séculos.
O rabino Benzi, que também assina Ben-Zion [Filho de Sião] considera que os templos católicos são locais de culto a ídolos e no passado defendeu que eles fossem queimados e derrubados. Sua indignação é contra o proselitismo, a tentativa de fazer os judeus trocarem de religião. Líderes católicos de Israel já fizeram denúncias contra Gopstein, enviando denúncias contra o líder judeu às autoridades israelenses. Até agora nenhuma ação concreta foi tomada.
“Lançamos novamente um apelo urgente contra essas tentativas de intimidação e provocações constantes, elas representam uma ameaça real para a coexistência pacífica nesta terra”, enfatizou o comunicado assinado pela Assembleia dos Ordinários Católicos da Terra Santa. No último ano, diferentes ações contra católicos foram realizadas em Israel, incluindo o incêndio de uma igreja histórica e a profanação de cemitério. Nenhum deles com vítimas fatais. O grupo Lehava é inspirado na ideologia de Meir Kahana, fundador do movimento antiárabe Kach, assassinado em Nova York em 1990. O nome, que em hebraico significa “chama”, é uma abreviação para Movimento Contra Assimilação da Terra Santa.
Em agosto de 2015, seus seguidores defenderam publicamente que a lei judaica preconizava a destruição da idolatria na terra de Israel, por isso igrejas e mesquitas podiam ser incendiadas. Três meses depois, ativistas do Lehava se manifestaram contra uma feira de Natal, denunciando “o assassinato de almas judias” e exigindo que os cristãos abandonassem a Terra Santa. A Justiça israelense, já ordenou investigações, mas alega que não possui provas que o grupo cometa “atos terroristas” motivados pela religião. Gopstein já foi chamado a depor por acusações de “incitação do ódio”, mas não foi condenado.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Mantendo a Paz no Meio do Conflito.

Nosso Senhor Jesus Cristo ordena expressamente a todos aqueles que são seus discípulos (cristãos) a não resistirem aos perversos (Mt 5.39), e especialmente se estes se acharem investidos de poder legal sobre nós, como autoridades constituídas, e sobre isto somos instruídos pelo apóstolo Pedro com as seguintes palavras: “ Amados, exorto-vos, como peregrinos e forasteiros que sois, a vos absterdes das paixões carnais, que fazem guerra contra a alma, mantendo exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios, para que, naquilo que falam contra vós outros como de malfeitores, observando-vos em vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação. Sujeitai-vos a toda instituição humana por causa do Senhor, quer seja ao rei, como soberano, quer às autoridades, como enviadas por ele, tanto 
para castigo dos malfeitores como para louvor dos que praticam o bem.Porque assim é a vontade de Deus, que, pela prática do bem, façais emudecer a ignorância dos insensatos; como livres que sois, não usando, todavia, a liberdade por pretexto da malícia, mas vivendo como servos de Deus. Tratai todos com honra, amai os irmãos, temei a Deus, honrai o rei. Servos, sede submissos, com todo o temor ao vosso senhor, não somente se for bom e cordato, mas também ao perverso; porque isto é grato, que alguém suporte tristezas, sofrendo injustamente, por motivo de sua consciência para com Deus.” – 1 Pedro 2:11-19
Estas palavras como muitas outras de igual teor nas Escrituras ditam qual deve ser o nosso comportamento em face das conspirações que sempre existiram nos bastidores do poder para o benefício de uns poucos em detrimento de muitos. É com fé em Deus, paciência na tribulação, confiando nossas almas em meio ao sofrimento ao bom Criador, na prática do bem, por um comportamento justo e santo, que devemos empreender a nossa jornada neste mundo, sem nos envolvermos em revoluções e outros tipos de confrontação do poder constituído, em razão da utopia de tentar criar um mundo melhor para nós e nossos filhos. Deus sempre esteve e continua no controle de tudo o que ocorre no mundo, e é nisto que deve se basear a nossa tranquila confiança, pois tudo coopera para o bem dos que amam a Deus, conforme afirmado nas Escrituras. Ele nos dará paz no meio dos conflitos que o diabo e os homens possam criar neste mundo.

“Bendito Seja Deus Que Não Rejeitou a Minha Oração”

“Bendito Seja Deus Que Não Rejeitou a Minha Oração, Nem Desviou de Mim a Sua Misericórdia.” (Salmos 66:20). Se examinarmos cuidadosamente todas as orações que um dia já fizemos, se o fizermos honestamente, nos admiraremos de que Deus as tenha alguma vez atendido. Algumas pessoas pensam que suas orações são passíveis de aceitação – assim como faziam os Fariseus; mas o Cristão verdadeiro, numa retrospectiva mais cuidadosa, chora sobre o modo como orou, e, se pudesse voltar no tempo, desejaria ter orado com mais honestidade.
Cristãos, lembrem-se de como suas orações têm sido frias. Quando estiveram a sós, vocês deveriam ter combatido como fez Jacó; mas ao invés disso, suas petições tornaram-se cada vez mais fracas e menos frequentes – muito distantes daquela fé humilde e perseverante que grita, “Não desistirei de Ti, até que me abençoes.” Ainda assim, é maravilhoso poder dizer que Deus tem ouvido suas orações frias e, não somente as tem ouvido, como as tem respondido.
Reflitam também, sobre quão inconstantes suas orações têm sido, oram a menos que estejam com problemas e então ajoelham-se pedindo a misericórdia e a intercessão de Deus: mas assim que o livramento chega, o que acontece com suas súplicas? Ainda assim, não obstante vocês tenham parado de orar com frequência, Deus não cessa de abençoá-los. Mesmo quando vocês negligenciam o propiciatório, Deus não o abandona, mas a luz radiante da Shekinah continua sendo visível entre as asas dos querubins. Ah! Como é maravilhoso, que Deus considere mesmo os espasmos intermitentes de nossas petições que vêm e vão conforme as nossas necessidades.
Que Deus maravilhoso Ele é, que ouve as orações daqueles que só O procuram quando tem necessidades urgentes, mas que O negligenciam assim que a graça é obtida; que se aproximam Dele, quando são forçados a fazê-lo, mas que O deixam cair no esquecimento quando as graças são abundantes, e as tristezas são poucas. Que Sua bondade graciosa, quando ouve nossas orações toque nossos corações para que possamos, daqui em diante, nos encontrar “Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito.”