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Meu Senhor e Meu DEUS ...

Meu Senhor e Meu DEUS ...
Um jovem que trabalhava no exército era humilhado por ser cristão. Um dia seu superior querendo humilhá-lo na frente do pelotão chamou o soldado e disse: Jovem aqui, pegue esta chave, vá até aquele Jipe e estacione ali na frente. O jovem disse: Não sei dirigir. Então disse o superior, peça ajuda a seu Deus. Mostre que Ele existe. O soldado pegou a chave e começou a orar, depois ligou o veículo, manobrou e estacionou perfeitamente. Ao sair do Jipe o soldado viu todos de joelhos, chorando e dizendo: Nós queremos teu Deus. O jovem soldado espantado, perguntou o que estava acontecendo. O superior chorando abriu o capô do Jipe e mostrou para o jovem que o carro estava sem motor. O jovem então disse: Estão vendo? Esse é o Deus que sirvo. O Deus do impossível. O Deus que traz a existência aquilo que não existe! então clame por ele , adora a ele , DEUS te amo ♥

Calça rasgada – Ilustração


Duas esposas de pastor estavam sentadas, uma ao lado da outra, remendando as calças de seus maridos. Uma delas falou à amiga: – Pobre do João, ele está muito desencorajado no trabalho da igreja. Há alguns dias ele falou até em renunciar e entregar seu cargo. Parece que nada vai bem e tudo dá errado para ele. A outra respondeu: – Lamento por vocês. O meu marido tem dito exatamente o contrário. Tem sentido cada dia mais intimidade com Deus, como nunca havia experimentado antes. Um pesado silêncio atingiu aquelas duas mulheres, que continuaram com os remendos, sem trocar mais nenhuma palavra. Uma delas estava remendando os joelhos da calça de seu marido e a outra, a parte traseira.

O grande Advento / a volta prá Casa.....

O grande Advento / a volta prá Casa.....

terça-feira, 4 de maio de 2010

Negociação tenta preservar canais religiosos !!!

A polêmica envolvendo os riscos de que as mudanças implementadas com a política de cotas pressionem os operadores a retirar canais religiosos do line-up parecem ser o maior desafio.Essa polêmica foi iniciada depois que empresas de TV por assinatura procuraram parlamentares da bancada evangélica sugerindo que, mantida a redação atual do projeto, os canais religiosos seriam retirados da programação.Isso gerou um movimento na bancada para que os programas religiosos sejam incluídos na classificação de "conteúdo qualificado" para que, assim, tenham sua veiculação garantida.A interpretação gera controvérsia nos bastidores da negociação e o tema continua dando dor de cabeça aos articuladores da aprovação do PL 29. O próprio relator Eduardo Cunha, que é evangélico, tem tratado o assunto de forma delicada. "Eu preciso ter muito cuidado para que não mexer no mérito do projeto tentando resolver isso", afirmou a esta reportagem. Regimentalmente, a CCJ só pode avaliar os projetos do ponto de vista da legalidade, juridicidade e constitucionalidade, sem direito a mexer no mérito das propostas legislativas.Um dos possíveis destaques ao texto do PL 29/2007 trata da isonomia que as diferentes tecnologias de TV por assinatura devem obedecer no carregamento dos canais transmitidos em UHF. A discussão foi aberta com argumentos da Sky de que o cumprimento das cotas de programação nacional obrigaria uma reestruturação da grade de programação que poderia causar a eliminação de canais religiosos.Foi o suficiente para despertar temores em alguns parlamentares, como Robson Rodovalho (PP-DF), líder da igreja evangélica Sara Nossa Terra – que detém um canal. Com isso, costura-se um destaque ao texto que já está na Comissão de Constituição e Justiça para garantir isonomia de tratamento – ou seja, independente da tecnologia utilizada na transmissão, os canais UHF devem ser garantidos na grade. As exceções são aquelas que não comportam mais canais, como TVA e MMDS.Isso porque a turma do DTH (satélite) sustenta que não estaria obrigada a isso. O relator do PL 29 na Comissão de Ciência e Tecnologia, Paulo Henrique Lustosa (PMDB-CE), discorda. “Entendo que o projeto já prevê essa isonomia. Mas se acharem que é preciso ficar mais explícito, é só garantir isso na CCJ, o que, por ser uma discussão de juridicidade, não implica em discussão de mérito”, avalia Lustosa.Há uma outra alternativa discutida para preservar os canais religiosos, mas com implicações mais custosas para essas emissoras: excluir exceções previstas no projeto e passar a considerar esses canais como de conteúdo qualificado. Além de implicar o cumprimento de cotas – ou seja, esses canais teriam que investir em documentários e dramaturgia, por exemplo – a questão pode ser considerada de mérito e, por isso, fora do escopo da CCJ.

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