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Meu Senhor e Meu DEUS ...

Meu Senhor e Meu DEUS ...
Um jovem que trabalhava no exército era humilhado por ser cristão. Um dia seu superior querendo humilhá-lo na frente do pelotão chamou o soldado e disse: Jovem aqui, pegue esta chave, vá até aquele Jipe e estacione ali na frente. O jovem disse: Não sei dirigir. Então disse o superior, peça ajuda a seu Deus. Mostre que Ele existe. O soldado pegou a chave e começou a orar, depois ligou o veículo, manobrou e estacionou perfeitamente. Ao sair do Jipe o soldado viu todos de joelhos, chorando e dizendo: Nós queremos teu Deus. O jovem soldado espantado, perguntou o que estava acontecendo. O superior chorando abriu o capô do Jipe e mostrou para o jovem que o carro estava sem motor. O jovem então disse: Estão vendo? Esse é o Deus que sirvo. O Deus do impossível. O Deus que traz a existência aquilo que não existe! então clame por ele , adora a ele , DEUS te amo ♥

Calça rasgada – Ilustração


Duas esposas de pastor estavam sentadas, uma ao lado da outra, remendando as calças de seus maridos. Uma delas falou à amiga: – Pobre do João, ele está muito desencorajado no trabalho da igreja. Há alguns dias ele falou até em renunciar e entregar seu cargo. Parece que nada vai bem e tudo dá errado para ele. A outra respondeu: – Lamento por vocês. O meu marido tem dito exatamente o contrário. Tem sentido cada dia mais intimidade com Deus, como nunca havia experimentado antes. Um pesado silêncio atingiu aquelas duas mulheres, que continuaram com os remendos, sem trocar mais nenhuma palavra. Uma delas estava remendando os joelhos da calça de seu marido e a outra, a parte traseira.

O grande Advento / a volta prá Casa.....

O grande Advento / a volta prá Casa.....

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Rodolfo Abrantes responde à polêmica sobre direitos autorais da banda Raimundos: “É lícito, é digno e me permite servir à igreja”.

As recentes declarações do cantor Rodolfo Abrantes, que afirma estar “100% arrependido”por ter composto as músicas de sua antiga banda, Raimundos, motivou uma séries de críticas por parte dos seus antigos companheiros artísticos, que o classificaram como “hipócrita” por se dizer arrependido e continuar a receber direitos autorais pelas composições. Em resposta às criticas que recebeu, Rodolfo pediu desculpas por ter ofendido os músicos, mas afirmou que não vive às custas do Raimundos.Rodolfo Abrantes responde à polêmica sobre direitos autorais da banda Raimundos: “É lícito, é digno e me permite servir à igreja”Em nota sobre a polêmica causada por suas afirmações, Rodolfo Abrantes pediu desculpas pela dimensão tomada pela entrevista, e afirmou que deve explicações “a todos que se sentiram desapontados ou ofendidos” por suas declarações. - Nunca foi minha intenção denegrir, expor ou culpar qualquer pessoa pelos problemas que tive no passado que não fosse eu. Por isso, minhas sinceras desculpas aos fãs e integrantes do Raimundos, que possam ter levado pra esse lado – afirmou Rodolfo.O cantor explicou também seu conceito sobre arrependimento, baseado na cultura do ambiente cristão. Baseado nessa premissa, ele afirma que “arrependimento verdadeiro significa basicamente duas coisas. Primeiro, não voltar a fazer o que fazia. Jesus disse isso pra muitas pessoas, ‘vá, e não peques mais’. A segunda é, mostre frutos de arrependimento, ou seja, ‘faça diferente”. - Quando disse estar ’100% arrependido das músicas que escrevi’, foi nesse sentido, pois é isso que tenho tentado cumprir como alguém que crê em Jesus. Arrependimento verdadeiro não é remorso, ele não aponta pro passado numa tentativa inútil de tentar apagá-lo. Ele aponta pro futuro, tipo ‘daqui por diante, bola pra frente’ – afirmou Rodolfo, ressaltando que se arrepende de ter tido uma geração o ouvindo, e não tê-la edificado como gostaria.Ele comentou também a respeito do dinheiro que recebe por direitos autorais pelas músicas da banda que liderava explicado que, desde 1994, recebe royalties pelas canções que escreveu ou teve alguma participação. Ele ressalta que é compositor e que essa é sua principal fonte de renda. - É lícito, é digno, me permite pagar tributos e me permite servir à igreja voluntariamente, por amor e sem precisar cobrar altos cachês – explicou.

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